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O desaparecimento de April Fabb

O caso da menina de 13 anos que ainda intriga a Inglaterra depois de 50 anos

Cinco décadas se passaram desde o desaparecimento de uma menina de 13 anos de idade que passava de bicicleta pela zona rural do norte de Norfolk. As 13:30, April Fabb, saiu de casa para visitar sua irmã em Roughton(Vila na Inglaterra), uma viagem com cerca de 2,7 quilômetros de distância. Ela estava vestindo uma saia de lã cor de vinho, um suét…


Cinco décadas se passaram desde o desaparecimento de uma menina de 13 anos de idade que passava de bicicleta pela zona rural do norte de Norfolk.

As 13:30, April Fabb, saiu de casa para visitar sua irmã em Roughton(Vila na Inglaterra), uma viagem com cerca de 2,7 quilômetros de distância. Ela estava vestindo uma saia de lã cor de vinho, um suéter verde, um par de longas meias brancas e um par de sandálias de sola de madeira com tiras vermelhas e fivelas de latão. Andando de bicicleta azul e branca, ela parou próxima de um campo para conversar por cerca de 10 minutos antes de continuar.

Logo após as 14:00, um trabalhador a viu indo em direção a Roughton, e pouco depois sua bicicleta foi vista em um campo ao lado da estrada. Apenas sete minutos separaram esses dois eventos - um curto período de tempo que deixou feridas que nunca serão curadas e perguntas que podem nunca ser respondidas.

E apesar da maior operação de buscas já realizada em Norfolk, o que aconteceu com April Fabb continua sendo um mistério.

Buscas


Apesar de uma extensa investigação policial e buscas na área, não foram encontrados nem se quer um vestígio de Fabb, e a razão para o desaparecimento dela permanece desconhecida. Seu desaparecimento levou à maior operação de busca da polícia que o Reino Unido tinha visto, com as autoridades tendo pesquisado 400 casas, realizado centenas de entrevistas e gravado cerca de 2.000 declarações desde 1969. 

Outras buscas pela Fabb, incluindo o uso de câmeras de imagem térmica em 1997(28 anos depois) e a escavação de um poço em 2010(41 anos depois), não produziram nenhuma pista nova.

O assassino e pedófilo de crianças Robert Black foi questionado sobre os dois desaparecimentos. No entanto, o inspetor-chefe aposentado Andy Guy, diz que "não há provas" para sustentar uma teoria antiga de que Robert Black era responsável, pois ele trabalhava em Londres na época e nada o ligava a Norfolk.

Os sentimentos permanecem

As duas irmãs de April e vários primos ainda vivem na área em torno de Roughton, mas eles não estão dispostos a reviver a dor falando muito profundamente sobre o caso.

A prima Rosemary Fabb, que tinha 27 anos quando April desapareceu, diz nos dias de hoje que os pais de April, Olive e Albert, já estão mortos, e que família simplesmente quer seguir em frente. "No que diz respeito à família, a mãe e o pai de April já se foram e nós apenas queremos que tudo seja deixado para trás. Toda vez que é trazido a nós, vivemos tudo de novo."

Rosemary ainda acrescentou: "Por que nada foi encontrado, é o que eu pergunto? Sete minutos foi o intervalo entre quando ela foi vista pela última vez até sua bicicleta ser encontrada. Ela conversou com as amigas no final da estrada antes de subir. É um mistério absoluto, não é? Se eles encontrarem alguma coisa agora, isso seria maravilhoso, mas não posso pensar que depois de todo esse tempo eles o farão. Eu não acho que alguém um dia saberá o que aconteceu naquele dia"

Valerie Merritt, de Sheringham, tinha 16 anos quando tudo aconteceu. "Este foi um momento muito triste e preocupante para as pessoas, especialmente para as jovens garotas em torno de Norfolk.", disse. Merritt finalizou dizendo: "Eu sempre fiquei triste porque seus pais tiveram que viver suas vidas sem nunca saberem onde estava sua filhinha.".

Michael Cole, repórter da BBC, disse que "A comunidade ficou abalada, sem saber o que fazer quanto a isso". Finalizou dizendo:"Mas são os pequenos detalhes que partem o coração. Em seu alforje na bicicleta, ainda estavam os dez cigarros para seu cunhado, cinco centavos de libra e um lenço.".

São mais de 94 milhões de inscritos!

25 curiosidades sobre o YouTuber PewDiePie

A famosa celebridade do YouTube, PewDiePie, chamou a atenção do mundo pelo sucesso de seu canal no YouTube. Ele é mundialmente famoso, amado por milhões e é uma das pessoas mais influentes no mundo dos videogames. Se você é fã do PewDiePie, aqui estão 25 fatos interessantes que você deve conhecer! - O nome verdadeiro de PewDiePie é Felix…



A famosa celebridade do YouTube, PewDiePie, chamou a atenção do mundo pelo sucesso de seu canal no YouTube. Ele é mundialmente famoso, amado por milhões e é uma das pessoas mais influentes no mundo dos videogames.

Se você é fã do PewDiePie, aqui estão 25 fatos interessantes que você deve conhecer!

- O nome verdadeiro de PewDiePie é Felix Arvid Ulf Kjellberg. Ele tem 29 anos e nasceu em 24 de outubro de 1989, em Gotemburgo, na Suécia.

- Ele vive e trabalha em Brighton, Inglaterra, Reino Unido.

- Ele originalmente queria uma diploma em economia industrial e gestão de tecnologia na Universidade Chalmers, mas em 2010 ele abandonou a carreira para trabalhar no YouTube.

- PewDiePie sustentou seu canal no YouTube vendendo cachorros-quentes. Sua persistência valeu a pena quando, em 2012, seu canal no YouTube conquistou mais de um milhão de inscritos.

- Seu canal do YouTube tem o maior número de inscritos da plataforma. Ele atualmente está com 94 milhões de inscritos.

- Em média, PewDiePie recebe cerca de 2 milhões de visualizações em cada vídeo apenas 24 horas depois de serem publicados.

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- Em seus primeiros anos de escola, ele mostrou interesse em arte desenhando suas versões de personagens populares nos videogames.

- PewDiePie é um grande apoiador de jogos independentes.

- Originalmente, seu canal no YouTube chamava-se "Pewdie", no entanto, ao perder a senha da conta, ele teve de criar outro com o nome PewDiePie.

- A palavra ‘Pew’ para PewDiePie vem do som de uma pistola.

- Sua popularidade permitiu que ele entrasse na Maker Studios em dezembro de 2012.

- Em maio de 2013, ele ganhou o prêmio de "Estrela Social Sueca" durante o Starcount Social Awards em Cingapura.

- PewDiePie tem um programa chamado BroKen na MLG.tv que ele iniciou em setembro de 2014 com o co-apresentador Kenneth Morrison.

- Em dezembro de 2014, PewDiePie apareceu em dois episódios de sua série de TV favorita - South Park.

- PewDie Productions AB, sua produtora, supostamente ganhou US $ 7,5 milhões em 2014, segundo o jornal sueco 'Expressen'.

- Ele foi listado na revista Time como as 30 pessoas mais influentes na internet em 2015.

- Ele teve sua primeira série, Scare PewDiePie, lançada em 2016 por meio do serviço "YouTube Red" do YouTube.

- Sua namorada e parceira de negócios é Marzia Bisognin, eles estão juntos desde 2011. Ela faz vlogs sobre beleza, moda, comida e viagens.

- Eles têm dois pugs chamados Edgar e Maya.

- Ele não tem um editor para editar seus vídeos. Ele quer fazer isso para manter a integridade de seus canal.

- PewDiePie já foi membro da rede Machinima do YouTube, mas sentiu-se negligenciado e teve de usar um advogado para encerrar o seu contrato com a empresa.

- Ele faz doações para instituições de caridade como a St. Jude Children’s Hospital de Memphis, e a World Wildlife Fund (recuperação ambiental).

- Ele tem seu próprio jogo chamado "PewDiePie: Legend of the Broist", que foi lançado em 24 de setembro de 2015 para iOS e Android.

- PewDiePie afirma que suas crenças religiosas se enquadram na ideologia "ateu agnóstico".

- Seus fãs são conhecidos como "Bros", embora também sejam referidos a "Bro Army" (exercito Bro.)

Você ficará surpreso com esta lista!

10 filmes chocantes baseados em crimes reais

Os filmes são uma ótima fonte de entretenimento e quando você está assistindo algo que é baseado em uma história real, isso pode se tornar ainda mais interessante. Se você gosta de assistir a documentários da vida real, ou se gosta de experimentar um gênero de filme diferente, aqueles baseados em crimes reais definitivamente têm um apelo enorme p…


Os filmes são uma ótima fonte de entretenimento e quando você está assistindo algo que é baseado em uma história real, isso pode se tornar ainda mais interessante. Se você gosta de assistir a documentários da vida real, ou se gosta de experimentar um gênero de filme diferente, aqueles baseados em crimes reais definitivamente têm um apelo enorme por muitas pessoas.

Mesmo que você não queira assistir, ficará surpreso com o que pode aprender. Nesta lista, você verá uma variedades de filmes que talvez você nem soubesse que eram baseados em fatos reais.

Cidade de Deus (2002):

Este é um clássico e todos provavelmente sabem que é baseado em fatos reais, mas não poderia ficar de fora desta lista. O filme é baseado em alguns dos eventos da vida do fotógrafo Wilson Rodriguez. O filme é ambientado no Rio de Janeiro e acompanha o crescimento do crime organizado em um dos subúrbios da região. Abrangendo no período de 1960 a 1980, o filme mostra uma gangue de criminosos que roubam, matam e lidam com drogas.

Memories of Murder (2002):

Situado na Coreia do Sul durante o final dos anos 80, este filme de crime real conta a história do detetive Park e do detetive Seo a medida que eles tentam resolver crimes graves envolvendo estupro e assassinato. Todos os crimes possuem traços em comum: ocorreram em dias de chuva e as vítimas são mulheres. Com os dois detetives locais incapazes de encontrar o assassino, um detetive da capital é enviado para auxiliá-los.

Um Dia de Cão (1975):

Depois que um banco no Brooklyn foi roubado em 1972, um artigo da revista LIFE foi escrito, que mais tarde serviu como inspiração para este filme em particular. O filme foi lançado em 1975, apenas três anos após o roubo em si.

Depois que um assalto ao banco dá errado e Sonny, Sal e Stevie só encontram um pouco mais de mil dólares no cofre, uma tarde aterrorizante é iniciada. O filme é estrelado pelo famoso ator Alfredo James "Al" Pacino.

O lobo de Wall Street (2013):

Estrelado por Leonardo DiCaprio, este filme foi um verdadeiro sucesso nos cinemas quando foi lançado em 2013.

É baseado na história de Jordan Belford, que passou 22 meses na prisão após se declarar culpado de fraude e outros crimes relacionados ao mercado de ações. Em 2007, ele decidiu publicar seu livro de memórias, "O Lobo de Wall Street", que mais tarde foi transformado no popular filme.

Depois de se envolver no mercado de ações, Jordan Belfort logo descobre a cultura típica da ganância que tantas vezes prevalece nesta indústria. Agressivo com suas táticas de vendas e com a ideia de que seu principal objetivo é ganhar dinheiro, Belfort logo faz muito dinheiro com atividades criminosas e fraudulentas.

Inimigos Públicos (2009):

Em 2004, Bryan Burrough escreveu um livro intitulado "Inimigos públicos: a maior onda de crimes da América e o nascimento do FBI, 1933-34". John Dillinger foi um dos criminosos comentados no livro, que se concentrou na era da Grande Depressão nos Estados Unidos.

No filme, John Dillinger era um criminoso audacioso e violento, mas que atraía a opinião pública ao seu favor, principalmente porque dizia retirar dos bancos o dinheiro que elas roubavam do povo. 

Bonnie e Clyde (1967) & Estrada sem Lei (2019):

Outro filme de crime baseado em fatos ocorridos durante os anos da Grande Depressão nos Estados Unidos. Bonnie Parker e Clyde Barrow, juntamente com sua gangue, roubavam postos de gasolina rurais e pequenas lojas.

Eles não apenas roubavam, mas também foram responsáveis pelo assassinato de um total de nove policiais e vários civis. O filme de 1967 conta a história desse jovem casal e de sua gangue que cometem assaltos com frequência que se tornam cada vez mais violentos.

Falando sobre o filme "Estrada sem Lei", ele também aborda os fatos que ocorreram com Bonnie e Clyde, mas de um ângulo diferente, mostrando a busca insana dos Texas Rangers, Frank Hamer e Maney Gault.

O Homem de Gelo (2012):

O conto de Richard Kuklinski é muito intrigante para quem gosta de ler histórias de crimes verdadeiros. Seu apelido de “O Homem de Gelo” foi dado a ele como resultado de seu método de camuflar seu crimes - congelando os corpos das vítimas para dificultar o reconhecimento da hora da morte.

Além de assassinar qualquer um que pudesse dizer algo contra ele sobre seus crimes, Kuklinski estava fortemente envolvido com drogas, armas e pornografia. Com grandes segredos escondidos de sua família, o filme é baseado em uma história real com policiais que tentam levar Kuklinski à justiça.

Pecados Inocentes (2007):

Um filme de crime realmente um pouco diferente, esta história segue a vida de Barbara Daly Baekeland, uma personagem controversa casada com o herdeiro de uma propriedade rica. Seu filho Antony, nascido em 1946, foi diagnosticado com esquizofrenia. Ele se tornou a fonte de muitos problemas para Barbara, interpretada por Julianne Moore no filme.

O filme explora o relacionamento entre Barbara e seu único filho Antony, que é esquizofrênico e homossexual.

A Sangue Frio (1967):

Com um título que deixa você claramente achando que irá assistir a um thriller, esse filme é baseado no romance homônimo de Truman Capote. O filme conta a história de quatro assassinatos que aconteceram no Kansas em 1959.

Richard Hickock e Perry Smith tentam realizar um assalto, mas não conseguem encontrar nada de valor. Não querendo deixar testemunhas no local do roubo, eles cometem quatro assassinatos e fogem da polícia.

Os Crimes de Snowtown (2011):

Snowtown é um filme de drama criminal australiano de 2011 dirigido por Justin Kurzel baseado na história real dos assassinatos de Snowtown (foi uma série de assassinatos cometidos por John Bunting, Robert Wagner e James Vlassakis entre agosto de 1992 e maio de 1999, em Adelaide, no sul da Austrália.)

John Bunting e Robert Wagner, os principais criminosos da história, cometeram 12 assassinatos no total. O filme mostra uma história de homofobia, drogas e comportamento violento.

"Não se trata nem cachorros desta maneira"

A história horripilante do experimento Tuskegee

Durante a Grande Depressão, em 1932, houve um sério surto de sífilis em Macon County, no Alabama e arredores. E aparentemente, o governo dos EUA estaria dando assistência médica gratuita aos meeiros afro-americanos nesta a área. No entanto, finalmente veio à tona que os médicos deixaram 622 homens acreditarem que estavam recebendo cuidados de…


Durante a Grande Depressão, em 1932, houve um sério surto de sífilis em Macon County, no Alabama e arredores. E aparentemente, o governo dos EUA estaria dando assistência médica gratuita aos meeiros afro-americanos nesta a área.

No entanto, finalmente veio à tona que os médicos deixaram 622 homens acreditarem que estavam recebendo cuidados de saúde e tratamento gratuitos - mas, na verdade, não lhes deram nenhum tratamento. Em vez disso, o objetivo do experimento Tuskegee era observar pacientes negros não tratados, uma vez que a sífilis devastava seus corpos.

Experimento Tuskegee

O Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos realizou o experimento Tuskegee de 1932 a 1972. Foi idealizado pelo oficial sênior Taliaferro Clark. Vários membros do alto escalão do Serviço de Saúde Pública estavam envolvidos e o progresso do estudo foi regularmente reportado ao governo do país e dado repetidos selos de aprovação.

Originalmente, a diretriz do estudo era observar os efeitos da sífilis não tratada em homens afro-americanos por seis a oito meses, em seguida uma fase de tratamento seria dada gratuitamente. Mas enquanto os planos estavam sendo finalizados, o experimento Tuskegee perdeu a maior parte de seu financiamento. Os desafios da Grande Depressão fizeram com que uma das empresas financiadoras desistisse do projeto.

Isso significava que os pesquisadores não podiam mais dar tratamento aos pacientes. No entanto, os médicos de Tuskegee não cancelaram o projeto - eles apenas o ajustaram. O estudo agora tinha um novo propósito: ver o que acontecia com o corpo de um homem se ele não recebesse nenhum tratamento para a sífilis até a morte.

Os pesquisadores observaram, assim, os homens que tinham sífilis até morrerem, mentindo para eles sobre a real situação.

Tratamento propositalmente retido


Quando o experimento Tuskegee começou, os médicos já sabiam como tratar a sífilis usando a terapia com arsênico. Mas os pesquisadores deliberadamente retiveram informações sobre o tratamento. Eles disseram aos pacientes que eles estavam sofrendo de "sangue ruim" para impedi-los de aprender sobre a sífilis por conta própria.

O experimento foi inquestionavelmente ilegal. Na década de 1940, a penicilina já era um tratamento comprovado e eficaz para a sífilis. Leis que exigiam tratamento para doenças venéreas foram introduzidas. Os pesquisadores, no entanto, ignoraram tudo isso.

40 anos de morte

Em todos os anos em que esse estudo repreensível estava ativo, ninguém o deteve. Na década de 1940, os médicos não estavam apenas negligenciando o tratamento da sífilis masculina, eles estavam ativamente impedindo-os de descobrir que havia uma cura.

"Sabemos agora, o que só poderíamos supor antes, que contribuímos para suas doenças e encurtamos suas vidas", escreveu Oliver Wenger, diretor do Public Health Services, em um relatório. Isso não significava que ele iria parar o estudo ou dar-lhes o tratamento. Em vez disso, ele declarou: "Acho que o mínimo que podemos dizer é que temos uma alta obrigação moral para com aqueles que morreram em tornar este o melhor estudo possível".

Em 1969, 37 anos depois do estudo, um comitê de funcionários do Serviço de Saúde Pública se reuniu para revisar seu progresso. Dos cinco homens do comitê, apenas um sentiu que deveria tratar os pacientes. Os outros quatro o ignoraram.

A ética não era um problema, decidiu o comitê, desde que eles “estabelecessem uma boa ligação com a sociedade médica local”. Enquanto todos gostassem deles, “não haveria necessidade de responder a críticas”.

Eunice Rivers


É difícil imaginar alguém que queira ser associado a esse experimento, quanto mais uma pessoa negra, visto que o experimento Tuskegee é considerado um ato grave de racismo. 

O principal ponto de contato dos pacientes era uma enfermeira afro-americana chamada Eunice Rivers. Seus pacientes a consideravam uma amiga de confiança, mesmo assim ela continuava mentindo.

Rivers estava plenamente consciente de que seus pacientes não estavam sendo tratados. Mas, como uma enfermeira jovem e negra, tendo um papel importante em um projeto financiado pelo governo, ela sentiu que não poderia recusar. 

“Eu estava apenas interessada. Quer dizer, eu queria entrar em tudo que eu pudesse ”, lembrou.

Ela foi a única funcionária a permanecer no experimento durante os 40 anos completos.

O experimento Tuskegee é revelado para  mundo

Demorou 40 anos para alguém quebrar o silêncio e fechar o estudo. Peter Buxtun, assistente social do Public Health Service, tentou realizar vários protestos dentro do departamento para encerrar o experimento. Quando seus superiores continuaram a ignorá-lo, ele finalmente telefonou para a imprensa.

Em 25 de julho de 1972, The Washington Star publicou a história de Buxtun e no dia seguinte ela estava na capa do The New York Times. "O governo dos EUA infringiu suas próprias leis e fez experiências com seus próprios cidadãos." Assinaturas de todos os membros do Departamento de Saúde Pública estavam em todos os documentos.

Assim, a experiência de Tuskegee finalmente chegou ao fim. 

Desculpas?

Definitivamente nenhuma. Mesmo depois que a verdade saiu, o Serviço de Saúde Pública não se desculpou. John R. Heller Jr., chefe da Divisão de Doenças Venéreas, se queixou publicamente que o experimento de Tuskegee foi encerrado cedo demais. "Quanto mais tempo o estudo durasse, melhor seria a informação final que obteríamos", disse.

Já Eunice Rivers disse que nenhum de seus pacientes, nem suas famílias guardaram mágoas por sua participação no estudo. 

Em 1975, três anos após o experimento de Tuskegee ter se tornado de conhecimento público, o instituto apresentou a Rivers um prêmio de mérito de ex-alunos. "Suas contribuições variadas e notáveis ​​para a profissão de enfermagem", declararam, "refletiram em um tremendo crédito sobre o Instituto Tuskegee".

Ao que parece, nenhum dos integrantes do experimento se arrependeu de suas atrocidades.

Resultado

Após a divulgação do estudo, o governo americano introduziu novas leis para evitar outra tragédia como essa. Essas novas leis exigiam assinaturas de consentimento informado, comunicação precisa do diagnóstico e relatórios detalhados dos resultados dos testes em todos os estudos clínicos.

Um Conselho Consultivo de Ética formou-se no final da década de 1970 para revisar questões éticas relativas à pesquisa biomédica. Esforços para encorajar os mais altos padrões éticos na pesquisa científica estão em andamento até hoje.

Em 1997, o governo dos EUA desculpou-se formalmente pelas vítimas. O presidente Bill Clinton convidou os últimos oito sobreviventes e suas famílias para a Casa Branca e pediu desculpas diretamente a eles. Ele disse aos cinco sobreviventes que compareceram: "Lamento que seu governo federal orquestrou um estudo tão claramente racista. Sua presença aqui nos mostra que você escolheu um caminho melhor do que o seu governo fez há muito tempo."

Você não vai acreditar!

4 coincidências surpreendentes que são difíceis de acreditar

Todos nós já passamos por momentos loucos na vida ao nos depararmos com coincidências difíceis de acreditar Em um mundo tão aleatório quanto o que vivemos, a coincidência é algo que deve nos atingir mais cedo ou mais tarde. Há momentos em que há coincidências tão loucas que faz você parar e pensar. Abaixo estão 4 coincidências que são tão malu…


Todos nós já passamos por momentos loucos na vida ao nos depararmos com coincidências difíceis de acreditar Em um mundo tão aleatório quanto o que vivemos, a coincidência é algo que deve nos atingir mais cedo ou mais tarde.

Há momentos em que há coincidências tão loucas que faz você parar e pensar. Abaixo estão 4 coincidências que são tão malucas que são difíceis de acreditar!

Os Doppelgängers Barbudos:

Bearded Doppelgangers
Em 2015, o fotógrafo de Glasgow Neil Thomas Douglas embarcou no seu voo da Ryanair para Galway. Ao se sentar em um local público, cara a cara com o estranho barbado, Neil percebeu que ele e o sujeito compartilhavam uma semelhança chocante.

Os dois riram muito juntos, com a presença de os outros passageiros do voo, e então tiraram uma selfie juntos, que se tornou viral. Conhecer o seu "doppelgänger" (segundo as lendas germânicas, pode significar sua sósia), foi uma grande coincidência. No entanto, ficou ainda mais estranho para Neil quando ele foi para seu hotel.

Indo até o pub perto de seu hotel naquela noite após o check-in, Neil esbarrou em seu "doppelgänger" novamente! Acontece que os dois estavam hospedados no mesmo hotel! Então, mais uma vez, eles tiraram uma selfie, riram juntos, tomaram uma cerveja e conversaram sobre suas vidas.

A Batalha dos Impostores:

RMS Carmania
A Primeira Guerra Mundial foi um conflito devastador, do tipo que o mundo nunca viu antes. A tecnologia havia avançado extremamente desde a última grande guerra, bem como o avanço de táticas - especialmente táticas de engano.

Nos primeiros dias da guerra, a Marinha britânica fez de um navio civil, o RMS Carmania, um navio de guerra improvisado. Eles o reformaram com oito canhões de 4,7 polegadas e o colocaram sob o comando do Capitão Noel Grant, que comandaria o navio de guerra mercante nas águas ao redor de Bermuda.

Na esperança de evitar a detecção dos inimigos, a Marinha Britânica disfarçou a Carmania como um navio alemão, chamado "SMS Cap Trafalgar". O plano funcionou esplendidamente quando, em 14 de setembro de 1914, a Carmania emboscou e afundou uma embarcação alemã na costa do Brasil.

Em um momento bastante interessante de coincidência, o navio alemão que a "SMS Cap Trafalgar" afundou não era outro senão o verdadeiro "SMS Cap Trafalgar" , o mesmo nome que o navio britânico estava usando para se disfarçar. 

No entanto, em uma reviravolta ainda maior do destino, o verdadeiro "SMS Cap Trafalgar" também foi disfarçado para parecer com um navio britânico. Especificamente, tinha sido camuflado para se parecer com o RMS Carmania!

Desastres marítimos:

Titanic
De vez em quando há pessoas que vivem vidas notáveis, cheias de acontecimentos e coincidências malucas. Violet Jessop é um desses exemplos. Apelidada de "The Unsinkable Lady"(tradução direta para senhora inafundável), Jessop foi a sobrevivente de três dos piores desastres oceânicos da Grã-Bretanha.

Jessop era uma comissária de bordo e enfermeira irlandesa que trabalhava para a White Star (foi uma companhia britânica de transporte marítimo que operou desde a metade do século XIX até meados do século XX). Em 1911, ela começou a trabalhar como aeromoça no navio "White Star RMS Olympic.

O maior transatlântico civil de sua época, o Olympic, esteve envolvido em uma tragédia quando estava deixando o porto de Southampton. O navio atingiu outro navio de guerra britânico, chamado "HMS Hawke". A colisão deixou os dois navios muito danificados, mas não houveram mortes.

Após esta "quase-morte", aos 24 anos, Jessop teve outra infelicidade como aeromoça a bordo do novo transatlântico da White Star, no famoso "RMS Titanic". Como todos sabem, o Titanic afundou na madrugada do dia 15 de abril com mais de 1,500 pessoas a bordo após atingir um iceberg. Jessop estava no convés instruindo os passageiros sobre como evacuarem com segurança em caso de problemas. Ela mais tarde naquele dia foi carregada no bote salva-vidas 16 e, mais uma vez, permaneceu viva.

Durante a Primeira Guerra Mundial, ela trabalhava para a Cruz Vermelha Britânica como aeromoça a bordo do HMHS Britannic, um navio da White Star que havia sido convertido para atuar como navio-"hospital". No dia 21 de novembro de 1916, o Britannic foi vitima de uma explosão no Mar Egeu.

A explosão levou com que o Britannic afundasse em meros 55 minutos. Apesar das mortes de dezenas em torno dela, Violet Jessop sobreviveu mais uma vez, sofrendo apenas uma lesão em sua cabeça.

É difícil acreditar, mas Jessop esteve envolvida em três dos piores desastres marítimos da Grã-Bretanha e viveu para contar a história de cada um deles.

O ator Anthony Hopkins:

Anthony Hopkins movie
Em 1972, o lendário ator Anthony Hopkins aceitou o papel principal no filme de George Feifer, "The Girl from Petrovka", filme baseado no livro de Feifer que tinha o mesmo nome.

Sempre considerado um ator diligente, Hopkins queria ler o livro para se aprofundar na mente de seu personagem. No entanto, depois de pesquisar extremamente nas livrarias de Londres, Hopkins acabou desistindo da busca por não achar o tal livro.

Enquanto ele estava no metrô de Londres indo para casa, Hopkins viu um livro virado de "cabeça" para baixo na carruagem em que ele estava andando. Ele se aproximou e pegou o livro, examinando-o e olhando para a sua capa. Ele surpreendentemente viu que era o livro "The Girl from Petrovka".

Dois anos mais tarde, durante as filmagens do filme, Hopkins e Feifer estavam conversando sobre a busca de Hopkins para encontrar uma cópia do livro. George Feifer admitiu a Hopkins que nem mesmo ele tinha uma cópia de seu próprio livro.

Para o fato infeliz de Feifer, ele emprestou sua cópia pessoal a um amigo em Londres que havia perdido o livro. A cópia estava completamente com todas as anotações originais de Feifer. Chocado e surpreso, Hopkins tirou o livro de sua bolsa, o mesmo que ele havia encontrado no Metro, e lhe deu para Feifer examinar. “Este aqui?” Ele perguntou a Feifer, que o examinou.

Para a surpresa de ambos, era a mesma cópia original do livro de George Feifer que seu amigo havia perdido, e que agora teria voltado para Feifer.

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Você já passou por uma coincidência tão estranha quanto essas?

Ela resgata cachorros enquanto viaja pelo mundo!

Aventureira britânica diz ter sido salva por uma cadela de rua

Ishbel Holmes é uma aventureira britânica-iraniana que decidiu viajar pelo mundo de bicicleta. Iniciando seu trajeto em 2014, Ishbel já pedalou por mais de 20 países (incluindo o Brasil), na Europa e também na América do Sul. Em sua bicicleta, Ishbel usa um carrinho atrelado para resgatar animais de rua enquanto ela pedala. No entanto, isso não…


Ishbel Holmes é uma aventureira britânica-iraniana que decidiu viajar pelo mundo de bicicleta. Iniciando seu trajeto em 2014, Ishbel já pedalou por mais de 20 países (incluindo o Brasil), na Europa e também na América do Sul.

Em sua bicicleta, Ishbel usa um carrinho atrelado para resgatar animais de rua enquanto ela pedala. No entanto, isso não é uma história de uma mulher que nasceu amando os animais, e conseguiu realizar seu sonho de resgatar bichinhos abandonados. A história desta aventureira é muito mais triste do que se imagina.

O Começo

Tendo uma relação conturbada com a mãe, Ishbel não podia dizer que sua casa era seu lugar de descanso, porém ainda era melhor do que estaria por vir. Quando ainda era uma criança de 7 anos de idade, foi visitar seu pai, que havia se separado de sua mãe recentemente, e foi lá que um conhecido de seu pai a pedia para sentar em seu colo, e acariciava suas pernas. "Eu apenas me lembro de me sentir muito mal, de pensar que eu era uma menina horrível. Eu acho que foi a partir desse momento que eu passei a me odiar.", disse Ishbel. Depois do ocorrido, seu pai a visitou apenas uma vez, e então ela nunca mais o viu.

Ishbel acreditava que quando chegasse aos 16 anos seria uma menina independente. E quanto mais ela e seus irmãos cresciam, mais dificuldade sua mãe tinha de lidar com eles. "Ela passou a me culpar por todos os problemas da família. A nossa relação era terrível e tensa. E eu me afastei cada vez mais." Após o aniversário de 16 anos, Ishbel foi mandada embora de casa.

Estupro e expulsão de abrigo

Apesar de ainda ter vontade de voltar pra casa, Ishbel não tinha escolha. Ela precisava começar uma vida nova, mas ainda estava longe das coisas começarem a dar certo para ela. Certo dia voltando do trabalho, um carro com um grupo de homens parou para pedir informações sobre um lago próximo do local, um deles a perguntou se ela podia entrar no carro, mostrar-lhes o caminho, e eles a trariam de volta. E Ishbel com a intenção de ser gentil, fez isso. Eles então a levaram para longe e a estupraram.

Aos 21 anos, ela foi despejada de um abrigo para sem-teto. Ishbel diz que se reerguer naquele momento, foi uma das coisas mais difíceis de sua vida.

Ciclismo

Ishbel se matriculou em uma escola de ciclismo, no início ainda era complicado, ela era a única mulher, no entanto, conforme foi aprendendo começou a alcançar os demais. "Minha vida melhorou. Eu pedalava tanto que devia haver muita endorfina sendo liberada no meu corpo. Eu também tive, pela primeira vez, a sensação de pertencer a algum lugar.".

Quando o velódromo de Glasgow, na Escócia, foi construído, em 2014, Ishbel foi até o evento para se divertir. Eventualmente, a ofereceram um lugar na equipe de ciclismo de Glasgow. Na sua primeira grande competição, Ishbel ultrapassou o vencedor do ano anterior e ganhou o ouro.

Foi então nessa época, que Ishbel recebeu um convite para um teste na equipe iraniana de cislismo, onde ela foi aprovada. Ela acreditava que essa era sua chance de se conectar com o Irã, e seu pai iraniano. Lá, Ishbel participou de movimentos feministas, começou a discursar contra a forma que as mulheres ciclistas estavam sendo tratadas, dentre outras coisas. No entanto, nada mudou.

Ishbel então deixou o Irã sem grandes histórias para contar, e foi rumo a Turquia. Lá, conheceu um homem que estava viajando em sua bicicleta havia meses. E então que surgiu a ideia de fazer o mesmo. "Eu peguei um voo de volta para a Escócia e vendi tudo o que eu tinha. Depois, peguei um voo para Nice, na França, e comecei a pedalar ao redor do mundo."

O encontro com Lucy, a Cadela de rua

Foi pedalando na Turquia, ao longo do mar de Mármara, que Ishbel conheceu Lucy, a cadelinha de rua a qual diz ter sido salva por ela. 

"Eu vi que uma cadela de cor clara estava caminhando ao lado da roda traseira da minha bicicleta. Então, eu comecei a pedalar com mais força para tentar despistá-la, mas ela correu atrás de mim. Eu não estava planejando parar de pedalar e deixar que a cadela me alcançasse - afinal, eu estava pedalando pelo mundo, o que eu iria fazer com um bicho?"

No entanto, Ishbel foi freando a bicicleta para que a cadela a alcançasse, porém ela parou cerca de um metro de distância. Ishbel estendeu a mão, mas nada mudou. Em seguida Ishbel foi procurar um lugar para acampar, e foi seguida pela cadela. Ambas ficaram juntas durante a noite, e no dia seguinte, Ishbel planejava levá-la de volta a sua vila, mas a cadelinha foi atacada por um grupo de cachorros. 

"Ao ver aqueles quatro cachorros a atacando e a forma como ela reagiu, me senti transportada de volta para os meus 16 anos. A cachorra não tentou fugir, nem tentou lutar contra eles, apenas permitindo que à machucassem, assim como eu reagi durante minha vida toda."

Então naquele momento, Ishbel jogou sua bicicleta de lado e começo a gritar com os cachorros, até expulsa-los. Em seguida, começou a chorar. Ishbel conta que, foi tomada por uma força que não conhecia, que de alguma forma lutou contra os cachorros. "Chorava por mim mesma e pela Lucy. Eu havia passado minha vida bloqueando tudo que tinha ocorrido comigo. Mas naquele momento eu me dei conta de tudo."

Amor incondicional a Lucy e a descoberta do amor-próprio

Após o que aconteceu naquele dia, Ishbel mudou. Era como se força e auto-estima tivessem vindo junto com Lucy. Ishbel sabia como era viver sem segurança, então se comprometeu de proteger sua nova amiga. 

Ela conta que foi a primeira vez que experimentou o amor incondicional. "Foi transformador. Eu acabei acreditando em mim mesma. Era como se eu tivesse despertado. Eu estava chocada.", disse Ishbel.

Após todo o acorrido, Ishbel prometeu a Lucy que iria ajudar todas as outras Lucys que existissem no mundo - todos os seus amigos. "Uma cadelinha mudou minha vida. Foi como se ela tivesse feito algo que nenhum outro humano jamais fez por mim. Ela me salvou."

Curiosidade

A foto mostrada acima, mostra Ishbel em sua passagem pelo Brasil, e mais uma cadelinha resgatada das ruas, que agora se chama Mari.

Uma rara mutação

Conheça Jo Cameron, a mulher incapaz de sentir dor ou estresse

Embora a dor seja obviamente algo que todos os humanos procuram evitar, também é um lembrete útil de nossas limitações biológicas e um aviso de danos maiores. Mas para uma escocesa de 71 anos chamada Jo Cameron, a dor nunca foi um problema ou opção. Quando ela tinha 65 anos, um médico realizou uma operação que deveria resultar em uma dor excruc…


Embora a dor seja obviamente algo que todos os humanos procuram evitar, também é um lembrete útil de nossas limitações biológicas e um aviso de danos maiores. Mas para uma escocesa de 71 anos chamada Jo Cameron, a dor nunca foi um problema ou opção.

Quando ela tinha 65 anos, um médico realizou uma operação que deveria resultar em uma dor excruciante, mas ao verificar seu DNA, eles descobriram algo surpreendente. Eles descobriram que ela era praticamente incapaz de sentir dor - tanto fisicamente quanto psicologicamente (emocional).

Mais descobertas:

Nos dias atuais, os pesquisadores descobriram que a condição de Cameron foi causada por uma rara mutação em seu gene que não havia sido identificada anteriormente. A descoberta é um avanço que os pesquisadores esperam que acabe por levar a melhores opções em tratamento para pacientes que sofrem de dor crônica.

De acordo com o The New York Times, os cientistas têm documentado estudos de caso de outros indivíduos como Cameron, que tem baixos níveis de dor, ou nenhuma dor. Ao contrário de outras pessoas que não sentem dor que já foram estudadas, Cameron possui uma mutação genética que nunca havia sido identificada antes.


Cameron praticamente nunca sentiu dor em sua vida, mesmo durante eventos que deveriam ser significativamente dolorosos. Ela disse que sua experiência de parto foi como uma "cócega". Além de nunca sentir dor fisicamente, Cameron também foi implacavelmente feliz em sua vida e nunca foi uma pessoa que se irrita facilmente. Outro teste realizado em Cameron revelou que ela tem estresse ou chance de depressão baixíssima, chegando a quase zero. Os pesquisadores acreditam que não sentir dor possa estar ligado à sua forma emocional.

"Eu sabia que estava feliz, mas não percebi que eu era diferente", disse ela ao The Guardian. “Eu pensei que era só eu. Eu não sabia de nada sobre isso até os 65 anos," completou Cameron.

O pior espião da História?

Josef Jakobs: O destreinado espião nazista

Antes que Josef Jakobs se tornasse um espião nazista, ele já vivia uma vida um tanto quanto inusitada. De soldado a dentista, de dentista a ladrão, e de ladrão a espião; a história de Jakobs ainda poderia ter sido perdida nas tantas sobre a Segunda Guerra Mundial, se não fosse pelas estranhas circunstâncias de seu fim. Um improvável espião? D…


Antes que Josef Jakobs se tornasse um espião nazista, ele já vivia uma vida um tanto quanto inusitada. De soldado a dentista, de dentista a ladrão, e de ladrão a espião; a história de Jakobs ainda poderia ter sido perdida nas tantas sobre a Segunda Guerra Mundial, se não fosse pelas estranhas circunstâncias de seu fim.

Um improvável espião?

De descendência alemã, Josef Jakobs nasceu em Luxemburgo no ano de 1898, Jakobs serviu na infantaria alemã durante a Primeira Guerra Mundial e recebeu a Cruz de Ferro 1ª Classe, condecoração militar dada à aqueles que demonstrassem honra ou bravura nas batalhas.

Depois da guerra, ele mudou de forma radical e tornou-se dentista em Berlim pelos próximos nove anos. Ele se casou com Margarete Knöffler em 1926, e teve três filhos. Mas no início do ano de 1930, que seus dias começaram a mudar mais drasticamente.

Com o início da Grande Depressão, Jakobs foi forçado a fechar sua clínica, e de um profissional de Berlim, tornou-se um bandido mesquinho. Em 1934, na Suíça, ele foi preso por um esquema envolvendo a venda de ouro falsificado. Ele retornou a Alemanha após sua libertação em 1937 e logo se envolveu em outro esquema de ganhar dinheiro: vender passaportes forjados para judeus desesperados para escapar da Alemanha nazista.

Dois anos depois em 1939, Jakobs foi pego novamente, mas desta vez ele foi enviado para o notório campo de concentração alemã, Sachsenhausen. Um ano depois, ele foi convocado para servir em sua segunda guerra.

Josef Jakobs inicialmente serviu no serviço meteorológico da Força Aérea Alemã. Logo ele foi recrutado pela inteligência militar alemã, como espião. No entanto, para um agente disfarçado, o ex-dentista de 43 anos de idade recebeu muito pouco treinamento.

Em uma entrevista ao The Radio Times, a neta de Jakobs, Giselle, explicou que, embora seu avô tenha aprendido os fundamentos do código Morse, "eles nem sequer deram a ele um único salto de paraquedas na prática".

Jakobs logo soube que seria paraquedista em uma missão na Inglaterra, apesar do fato de estar longe de ser fluente na língua. E na Grã-Bretanha dos tempos de guerra, quem falava com um pesado sotaque estrangeiro, quanto mais um alemão, estava fadado à suspeitas. Como Giselle declarou: "Ele estava em uma situação tão boa quanto a de um morto no momento em que saltou do avião".

A missão, e o fim de Josef Jakobs

A primeira missão de Jakobs como espião começou em 31 de janeiro de 1941, quando ele saltou de um avião na Inglaterra. Seu objetivo era relatar os padrões climáticos britânicos. Mas a missão logo deu errado no momento em que Josef Jakobs pôs os pés em solo britânico. Sem treinamento de salto, Jakobs aterrissou com força e quebrou o tornozelo após o impacto. Ele havia aterrissado em uma pequena fazenda em Huntingdonshire, perto de Cambridge. Ele passou a noite sentindo dores excruciantes, e tentando enterrar sua maleta cheia de itens incriminadores.

No início da manhã de 1º de fevereiro, Jakobs não aguentou mais a dor. Ele decidiu disparar seu revólver no ar para atrair a atenção. Ele acabou sendo encontrado ainda vestindo seu traje de vôo por dois fazendeiros ingleses que imediatamente notaram seu sotaque alemão, assim como uma parte da pasta que ele não conseguiu enterrar totalmente. E com ele, 500 libras, e algo um pouco inusitado: uma salsicha.

Os dois homens que encontraram Jakobs o levaram para a polícia local, que por sua vez notificou a MI5, agência britânica de informações de segurança interna e contra-espionagem. 

A morte

Infelizmente para Jakobs, sua chegada mal-sucedida já havia sido relatada por outro agente duplo britânico que trabalhava infiltrado na inteligência militar alemã, Arthur Owens. Jakobs, sendo um soldado e não um civil, foi prontamente julgado pela corte marcial, e foi considerado culpado de espionagem e condenado à morte.

Em 15 de agosto de 1941, o espião de meia idade foi levado para um campo de tiro fora da Torre. E se já não bastasse, devido ao tornozelo quebrado, o colocaram sentado em uma cadeira de madeira. Ele foi então baleado por um pelotão de fuzilamento militar, sendo assim a última pessoa a ser executada na Torre de Londres.
Um exame pós-morte descobriu que uma bala acertou o coração e as outras quatro estavam espalhadas pelo seu corpo. Após a execução, Jakobs foi enterrado em um túmulo sem identificação.

O casal que conquistou uma nação!

A história de Bonnie e Clyde: O casal apaixonado e fora-da-lei

Foi durante a Grande Depressão, também conhecida como a "Crise de 1929," que Bonnie Parker e Clyde Barrow realizaram sua série de crimes hediondos por cerca de dois anos (1932-1934). Com o governo passando por uma péssima fase, eles certamente usariam isso para sua vantagem. Com uma imagem mais próxima de Robin Hood do que de assassinos…


Foi durante a Grande Depressão, também conhecida como a "Crise de 1929," que Bonnie Parker e Clyde Barrow realizaram sua série de crimes hediondos por cerca de dois anos (1932-1934). Com o governo passando por uma péssima fase, eles certamente usariam isso para sua vantagem. Com uma imagem mais próxima de Robin Hood do que de assassinos em massa, Bonnie e Clyde conquistaram uma nação.

Quem eram Bonnie e Clyde?

De certa forma, era fácil romantizar Bonnie e Clyde. Eles eram um jovem casal apaixonado que estavam com o mundo de portas abertas para eles, fugindo da "grande e má lei" que estava estagnada em 1932. A impressionante habilidade de dirigir de Clyde tirou a turma de muitas emboscadas, enquanto a poesia de Bonnie conquistou os corações de muitos. Clyde amava tanto os Fords que chegou a escrever uma carta para o próprio Henry Ford, dono da marca.

Embora Bonnie e Clyde tivessem matado pessoas, eles eram igualmente conhecidos por sequestrar policiais que estavam em sua cola para libertá-los, ilesos, a centenas de quilômetros de distância. Os dois pareciam estar numa aventura, divertindo-se ao mesmo tempo em que ignoravam a lei.

No entanto, a verdade por trás de Bonnie e Clyde estava longe de ser retratada como pessoas boas. Bonnie e Clyde foram responsáveis ​​por 13 assassinatos, alguns de pessoas inocentes, mortos durante um dos muitos assaltos frustrados de Clyde. Bonnie e Clyde viviam roubando carros novos com a maior frequência possível e viviam do dinheiro que roubavam de pequenas mercearias e postos de gasolina.

Embora Bonnie e Clyde às vezes roubassem bancos, eles nunca conseguiam sair com muito dinheiro. Bonnie e Clyde eram criminosos desesperados, constantemente temendo o que tinham certeza de que uma hora chegaria - a morte em uma chuva de balas.

Bonnie Parker


Bonnie Parker nasceu em 1 de outubro de 1910, em Rowena, Texas, como a segunda de três filhos de Henry e Emma Parker. A família vivia confortavelmente do dinheiro vindo de Henry Parker como pedreiro, mas quando ele morreu inesperadamente em 1914, Emma mudou-se com a família para a pequena cidade de Cement City, Texas (agora parte de Dallas).

Bonnie Parker era atraente, loira de 1,50m e 41 kg. Ela tinha boas notas na escola e adorava escrever poesia. (Dois poemas que ela escreveu enquanto estava em fuga a deixou famosa.)

Entediada com sua vida normal, Bonnie abandonou a escola aos 16 anos e se casou com Roy Thornton. O casamento não teve final feliz, Roy começou a passar muito tempo fora de casa em 1927 e Bonnie mais ou menos já imaginava o que estava acontecendo. Dois anos depois, Roy foi preso por roubo e sentenciado a cinco anos de prisão. Eles nunca se divorciaram.

Enquanto Roy estava fora, Bonnie trabalhava como garçonete, a medida que a "Grande Depressão" estava realmente começando no final de 1929.

Clyde Barrow


Clyde Barrow nasceu em 24 de março de 1909, em Telico, Texas, como o sexto de oito filhos de Henry e Cummie Barrow. Os pais de Clyde eram arrendatários, muitas vezes sem dinheiro suficiente para alimentar seus filhos. Durante os tempos difíceis, Clyde era freqüentemente enviado para morar com outros parentes.

Quando Clyde tinha 12 anos de idade, seus pais abandonaram a agricultura e mudaram-se para West Dallas, onde Henry abriu um posto de gasolina.

Naquela época, West Dallas era um bairro muito difícil. Clyde e seu irmão mais velho, Marvin Ivan "Buck" Barrow, estavam frequentemente em apuros fugindo da lei, pois frequentemente roubavam coisas como perus e carros. Clyde na época teve duas namoradas (Anne e Gladys) antes de conhecer Bonnie, mas ele nunca se casou.

Bonnie e Clyde se encontram

Em janeiro de 1930, Bonnie e Clyde se conheceram na casa de um amigo em comum. A atração foi instantânea. Algumas semanas depois de se conhecerem, Clyde foi condenado a dois anos de prisão por crimes já realizados. Bonnie ficou arrasada com a sua prisão.

Em 11 de março de 1930, Clyde escapou da prisão, usando a arma que Bonnie havia contrabandeado para ele. Uma semana depois, ele foi recapturado e deveria cumprir uma sentença de 14 anos na notória prisão "Eastham Prison Farm", perto de Weldon, no Texas.

Em 21 de abril de 1930, Clyde chegou a Eastham. A vida era insuportável e ele ficou desesperado para sair. Esperando que, se estivesse fisicamente incapacitado pudesse ser transferido para fora de Eastham, pediu a outro prisioneiro que cortasse alguns de seus dedos com um machado. Embora com os dois dedos do pé cortados, Clyde não foi transferido, mas recebeu uma liberdade condicional antecipada.

Depois que Clyde foi libertado de Eastham, em 2 de fevereiro de 1932, com muletas, ele prometeu que preferiria morrer do que voltar para aquele lugar horrível.

Primeiro crime de Bonnie

A maneira mais fácil de ficar fora de Eastham teria sido viver uma vida "reta e estreita" (ou seja, sem crime). No entanto, Clyde foi liberado da prisão durante a Grande Depressão, quando os empregos não eram fáceis de encontrar. Além disso, Clyde tinha pouca experiência em realmente ter um emprego de verdade. Não surpreendentemente, assim que o pé de Clyde curou, ele já estava mais uma vez roubando.

Em um dos primeiros assaltos de Clyde depois que ele foi libertado, Bonnie foi com ele. O plano era que a gangue Barrow (formada por Clyde e seu irmão, Buck) roubasse uma loja de ferragens. Embora ela tenha ficado apenas no carro durante o assalto, Bonnie foi capturada e levada para a prisão de Kaufman, no Texas. Mais tarde, ela foi libertada por falta de provas.

No curto período em que Bonnie estava presa, Clyde e Raymond Hamilton (integrante da gangue) fizeram outro roubo, no final de abril de 1932. Era para ser um roubo fácil e rápido em uma loja tradicional, mas algo deu errado e o dono da loja foi baleado e morto.

Bonnie agora estava livre e tinha uma decisão a tomar - ela ficaria com Clyde e viveria uma vida de crimes com ele ou fugiria e começaria de novo? Bonnie sabia que Clyde havia prometido nunca mais voltar para a prisão. Estava ciente de que ficar com Clyde significava uma vida de fugas, e quem sabe a morte para ambos muito em breve. No entanto, mesmo diante disso, Bonnie decidiu que ela não poderia deixar Clyde e permaneceria fiel a ele até o fim.

Fugas

Nos dois anos seguintes, Bonnie e Clyde dirigiram e roubaram cinco estados: Texas, Oklahoma, Missouri, Louisiana e Novo México. Eles geralmente ficavam perto da fronteira para ajudar na fuga, usando o fato de que a polícia naquela época não podia cruzar as fronteiras do estado para seguir um criminoso.

Para ajudá-los a evitar uma prisão, Clyde mudava de carro com frequência (roubando um novo) e trocava de placa com mais freqüência ainda. Clyde também estudou mapas e tinha um conhecimento incomum de todas as estradas secundárias. Isto ajudou-os numerosas vezes a escapar de um encontro íntimo com a lei.

Bonnie tinha um relacionamento muito próximo com sua mãe, a quem ela insistia em ver a cada dois meses, não importando quanto perigo estivesse em discussão. Clyde também costumava visitar freqüentemente sua mãe e sua irmã favorita, Nell. Essas visitas com a família quase os mataram em várias ocasiões (a polícia montou emboscadas).

O Apartamento com Buck e sua esposa

Bonnie e Clyde já estavam foragidos há um ano quando o irmão de Clyde, Buck, foi libertado da prisão de Huntsville em março de 1933. Embora Bonnie e Clyde estivessem sendo caçados por numerosas agências policiais (pois cometeram vários assassinatos, roubos a bancos, carros e dezenas de pequenas mercearias e postos de gasolina), eles decidiram alugar um apartamento em Joplin, Missouri, para se reunir com Buck e sua esposa, Blanche, e outro integrante da gangue chamado, W.D. Jones.

Depois de duas semanas em estado de tranquilidade, conversando, cozinhando e jogando cartas, Clyde notou que dois carros da polícia haviam parado próximo ao apartamento em 13 de abril de 1933, Um tiroteio então começou. Blanche, aterrorizada e perdendo o juízo, saiu correndo pela porta da frente enquanto gritava.

Tendo matado um policial e ferido outro mortalmente, Bonnie, Clyde, Buck e W.D. Jones chegaram à garagem, entraram no carro e fugiram. Eles pegaram Blanche na esquina enquanto ela ainda estava correndo.

Embora a polícia não tenha capturado ninguém naquele dia, eles encontraram um tesouro de informações deixadas no apartamento. Mais notavelmente, eles encontraram rolos de filmagens, que revelaram as agora famosas imagens de Bonnie e Clyde em várias poses segurando armas.

Também no apartamento, os policiais encontraram o primeiro poema de Bonnie, "The Story of Suicide Sal". As fotos, o poema e a fuga fizeram Bonnie e Clyde ainda mais famosos.

O acidente

Bonnie e Clyde continuaram dirigindo, mudando frequentemente de carro e tentando se manter à frente da lei que estava cada vez mais perto de capturá-los. De repente, em junho de 1933, próximo de Wellington, Texas, eles sofreram um acidente.

Enquanto eles estavam dirigindo pelo Texas em direção a Oklahoma, Clyde percebeu tarde demais que a ponte em que ele estava tentando passar, estava fechada para reparos. Ele desviou e o carro desceu em um barranco. Clyde e W.D. Jones saíram do carro com segurança, mas Bonnie permaneceu presa enquanto o carro pegava fogo.

Clyde e W.D. não conseguiam ajudar Bonnie; ela escapou apenas com a ajuda de dois fazendeiros locais que pararam para ajudar. Bonnie tinha sido gravemente queimada no acidente e tendo um ferimento grave em uma de suas pernas.

Os ferimentos de Bonnie eram sérios o suficiente para que sua vida estivesse em perigo. Clyde fez o melhor que pôde para cuida-la. Ela se recuperou, mas seus ferimentos aumentaram a dificuldade de estar em fuga a todo momento.

As emboscadas

Cerca de um mês depois do acidente, Bonnie e Clyde (mais Buck, Blanche e W.D. Jones) fizeram check-in em duas tavernas, uma delas chamada Red Crown Tavern, perto de Platte City, Missouri. Na noite de 19 de julho de 1933, a polícia, tendo sido avisada pelos cidadãos locais, cercou as cabanas.

Desta vez, a polícia estava melhor armada e melhor preparada do que anteriormente. Às 11 da noite, um policial bateu em uma das portas da cabine. Blanche respondeu: "Só um minuto. Deixe-me me vestir." Isso deu a Clyde tempo suficiente para pegar seu rifle automático "Browning" e começar a atirar.

Quando a polícia atirou de volta, um grande tiroteio tomou conta do local. Enquanto os outros se escondiam, Buck continuou atirando até ser atingido. Uma vez no carro, Clyde e sua gangue escaparam, com Clyde dirigindo e W.D. Jones disparando uma metralhadora. Enquanto a Gangue Barrow fugia na noite, a polícia continuou atirando, até acertar em dois dos pneus do carro, bem como em uma das janelas do carro. O vidro quebrado danificou severamente um dos olhos de Blanche.

Clyde dirigiu pela noite e todo o dia seguinte, parando apenas para trocar as bandagens dos feridos e os pneus. Quando chegaram a Dexter, Iowa, Clyde e todos os outros no carro precisavam descansar. Eles pararam na área de recreação do Dexfield Park.

Sem o conhecimento da gangue, a polícia foi alertada sobre a presença deles no acampamento por um fazendeiro local que encontrou ataduras ensangüentadas.

A polícia local reuniu mais de cem policiais, guardas nacionais, vigilantes e fazendeiros locais e cercou a Gangue Barrow. Na manhã de 24 de julho de 1933, Bonnie notou que os policiais se aproximaram e então gritou. Isso alertou Clyde e W.D. Jones para pegar suas armas e começar a atirar.

Em completa desvantagem, era inevitável que os membros da Gangue Barrow não fossem atingidos. Buck, incapaz de se mover para muito longe devido aos seus ferimentos, continuou atirando até que foi atingido várias vezes, enquanto Blanche ficou ao seu lado. Clyde conseguiu escapar e entrou em um dos dois carros junto com o restante da gangue, mas foi baleado no braço, desta forma batendo o carro em uma árvore.

Bonnie, Clyde e W.D. Jones acabaram correndo e depois nadando por um rio. Assim que pôde, Clyde roubou outro carro de uma fazenda e os levou embora.

Buck morreu e Blanche foi capturada ainda no lado de Buck. Clyde havia sido baleado quatro vezes e Bonnie havia sido atingida por numerosos estilhaços. W.D. Jones também sofreu um tipo de lesão na cabeça que o levou a deixar o grupo dizendo que nunca mais iria voltar.

Dias finais

Bonnie e Clyde levaram vários meses para se recuperarem, mas em novembro de 1933, estavam cometendo crimes novamente. No entanto, agora eles precisavam ser mais cuidadosos, pois perceberam que os cidadãos locais poderiam reconhecê-los e entregá-los, como haviam feito na Red Crown Tavern e no Dexfield Park. Para evitar problema com o povo, eles viviam em seu carro, dirigindo durante o dia e dormindo nele à noite.

Também em novembro de 1933, W.D. Jones foi capturado e começou a contar sua história para a polícia. Durante os interrogatórios com Jones, a polícia soube dos laços estreitos que Bonnie e Clyde tinham com a família. Isso deu à polícia uma liderança na busca implacável. Ao observar as famílias de Bonnie e Clyde, a polícia conseguiu estabelecer uma emboscada quando Bonnie e Clyde tentaram contatá-los.

Quando a emboscada de 22 de novembro de 1933 colocou em risco a vida da mãe de Bonnie, Emma Parker, e da mãe de Clyde, Cummie Barrow, Clyde ficou furioso. Ele queria exterminar com os homens da lei que haviam colocado suas famílias em perigo, mas sua família o convenceu de que isso não seria uma boa ideia.

O retorno a prisão:

Em vez de se vingar dos homens da lei perto de Dallas que ameaçaram a vida de sua família, Clyde se vingou da "Eastham Prison Farm" (a prisão onde ele havia ficado). Em janeiro de 1934, Bonnie e Clyde ajudaram o velho amigo, Raymond Hamilton a sair de Eastham. Durante a fuga, um guarda foi morto e vários prisioneiros entraram no carro com Bonnie e Clyde.

Um desses prisioneiros era Henry Methvin. Depois que os outros condenados acabaram seguindo seus caminhos sozinhos, incluindo Raymond Hamilton (que acabou saindo do grupo após um desentendimento com Clyde), Methvin continuou com Bonnie e Clyde.

A onda de crimes continuou, incluindo o assassinato brutal de dois policiais, mas o fim estava próximo. Methvin e sua família desempenhariam um papel fundamental na morte de Bonnie e Clyde.


O tiroteio final


A polícia usou seus conhecimentos sobre Bonnie e Clyde para planejar seu próximo passo. Percebendo o quão envolvida as famílias de Bonnie e Clyde estavam, a polícia imaginou que Bonnie, Clyde e Henry estavam a caminho de visitar Iverson Methvin, o pai de Henry Methvin, em maio de 1934.

Quando a polícia descobriu que Henry Methvin havia se separado acidentalmente de Bonnie e Clyde na noite de 19 de maio de 1934, eles perceberam que essa era a chance deles de fazer uma emboscada. Supondo de que Bonnie e Clyde procurariam por Henry na fazenda de seu pai, a polícia planejou uma emboscada ao longo da estrada em que Bonnie e Clyde deveriam passar.

Enquanto esperavam ao longo da estrada 154 entre Sailes e Gibsland, na Louisiana, os seis homens da lei que planejavam emboscar Bonnie e Clyde, confiscaram o caminhão velho de Iverson Methvin. Eles então colocaram um macaco e tiraram seus pneus, fingindo estarem com problemas. O caminhão foi colocado estrategicamente no meio da estrada com a expectativa de que, se Clyde visse o caminhão de Iverson, ele desacelerasse e ajudasse.


E isso é exatamente o que aconteceu. Aproximadamente às 9h15 de 23 de maio de 1934, Clyde estava conduzindo um Ford V-8 marrom descendo a estrada quando avistou o caminhão de Iverson. Quando ele desacelerou, os seis policiais abriram fogo.

Bonnie e Clyde tiveram pouco tempo para reagir. A polícia atirou um total de cerca de 130 balas contra o casal, matando Clyde e Bonnie rapidamente. Ambos os corpos foram levados de volta para Dallas e carregados em público. Grandes multidões se reuniram para vislumbrar o famoso casal. Embora Bonnie tivesse pedido para ser enterrado com Clyde, eles foram enterrados separadamente em dois cemitérios diferentes de acordo com os desejos de suas famílias. Bonnie e Clyde tinham 23 e 25 anos, respectivamente.

Curiosidade

Resultado de imagem para bonny e clyde car
O Ford V8 em que Bonnie e Clyde foram mortos, havia sido roubado pelo casal na cidade de Topeka, no estado do Kansas pertencendo a Jesse Warrens. Após as mortes de Bonnie e Clyde, o carro foi devolvido para a família Warrens, que o venderam por U$ 3.000,00 sem repara-lo. Depois de apresentado em várias festas e shows, o famoso carro de Bonnie e Clyde foi comprado por U$ 250.000,00 (cerca de 970 mil reais) pelo “Primm Valley Resort and Casino”, um Cassino em Nevada nos Estados Unidos, onde esta até hoje em exibição pública, protegido por vidros de alta proteção.

O mais temível viking de sua época!

Ivar, o Desossado: O Líder aleijado dos Vikings que liderou a invasão mais brutal da Inglaterra

Ivar Ragnarsson foi um dos Vikings mais temidos da história - e ele não conseguia nem se quer ficar de pé sem que alguém o segurasse. Na tradição viking, alguém como ele teria sido morto logo ao nascer, porém como Ivar era filho de um poderoso chefe (Ragnar Lodbrok), as coisas aconteceram um pouco diferente. De acordo com as lendas nórdicas, O …


Ivar Ragnarsson foi um dos Vikings mais temidos da história - e ele não conseguia nem se quer ficar de pé sem que alguém o segurasse. Na tradição viking, alguém como ele teria sido morto logo ao nascer, porém como Ivar era filho de um poderoso chefe (Ragnar Lodbrok), as coisas aconteceram um pouco diferente.

De acordo com as lendas nórdicas, O Desossado teve seu destino selado após o aviso de sua mãe, Aslaug à Ragnar, de que se ele não esperasse três noites antes de fazer amor com ela, o filho deles sairia deformado. Aviso que foi ignorado por Ragnar, e meses depois Ivar nasceu aleijado.

Ivar, O Desossado, como ele veio a ser conhecido, tinha o corpo extremamente frágil, ao contrário de sua mente que dentre os Vikings era uma das mais brilhantes. Este foi o homem que liderou o Grande Exército Pagão em sua conquista pela Inglaterra. No final do século IX, sob o comando de Ivar, os Vikings aterrorizaram a nação e conquistaram tudo, de Essex a Dublin. Ivar inaugurou uma era de domínio Viking sobre a Grã-Bretanha que não terminaria logo após a sua morte.

Hoje, o que a maioria das pessoas sabem a respeito origina-se da série "Vikings", do canal History, no entanto o personagem mostrado na série é quase inteiramente produto da imaginação de um roteirista.

A verdade, no entanto, é um pouco difícil de determinar, visto que a única informação que temos sobre Ivar vem dos britânicos que ele aterrorizou, ou dos Vikings que o idolatravam. Nas fontes britânicas, ele é apresentado como um demônio pagão enviado do inferno; nas nórdicas, ele é um deus vivo com poderes sobrenaturais.

O que historiadores modernos tem a dizer?

Considerando que não ter ossos tornaria muito difícil permanecer vivo na época, é óbvio que o histórico de Ivar é um pouco exagerado. Dito isto, os historiadores modernos têm algumas teorias interessantes a respeito de porque ele era assim chamado.

A maioria parece pensar  que ele tinha uma condição chamada de osteogênese imperfeita, que deixa os pacientes com ossos frágeis, semelhantes a vidro. Sendo essa a teoria mais aceita.

Outra possibilidade, seria de que Ivar era um grande guerreiro, feroz e fisicamente flexível, tanto que ele poderia ter sido considerado sem nenhum osso.

Outra explicação não tão aceita, seria de que Ivar morreu sem filhos e sem amor. Assim sendo referido por contemporâneos como tendo "nenhum desejo de amor."  Assim sendo chamado de "O Desossado".

O Grande Exército Pagão

Ao contrário do que é retratado na série Vikings, Ivar não brigou com seus irmãos e definitivamente não matou nenhum deles. Ele era profundamente dedicado à sua família, e eles por sua vez, o respeitavam.

A morte do pai dele foi um momento chave na vida de Ivar por causa das circunstâncias. Ragnar Lodbrok foi capturado pelo rei Aelle do reino medieval inglês, Northumbria, e jogado em um poço de víboras venenosas durante uma incursão na costa nordeste da Inglaterra.

Quando a notícia chegou a seus filhos, Ivar exigiu que lhe contassem todos os detalhes de como seu pai morreu. Ele queria estar completamente envolvido em ódio antes de exigir sua vingança. Ivar decidiu formar o que os britânicos chamavam de o "Grande Exército Pagão", sendo o cérebro por trás das táticas do exército.

Devido a sua condição, Ivar Ragnarsson confiava mais em sua mente, em vez de em seu corpo, para liderar seus guerreiros nórdicos. De acordo com os Vikings, no entanto, Ivar, o Desossado, ainda lutaria com eles na vanguarda, como demonstração de coragem, embora seu corpo fosse praticamente inútil.

Ivar capturou Aelle, o rei de Northumbria, e mandante da morte de Ragnar, e o fez pagar da maneira mais brutal que se possa imaginar, os Vikings chamavam de "Águia de Sangue". Eles rasgaram as costelas de Aelle pelas costas e puxaram seus pulmões para fora em forma de asas. Então, para torná-lo o mais doloroso possível, espalharam sal em suas feridas ensanguentadas. Só assim sua vingança foi completa.

Após a morte de Aelle

Ivar, o Desossado, não parou com a morte de Aelle e a captura de Northumbria. Em vez disso, voltou-se para o resto da Inglaterra. 

"O exército invadiu aqui e ali e encheu todo o lugar de derramamento de sangue e tristeza. Destruiu igrejas e mosteiros com fogo e espada. Quando partiu de um lugar, não deixou nada em pé além de paredes sem teto.", escreveu um escritor inglês.

O alvo mais difícil era o reino da Mércia. Na época, era a força da Inglaterra - seu maior reino. O Grande Exército Pagão montou uma base perto da cidade de Nottingham, na Mércia, e passou mais de um ano atacando e se retirando dela, resultando no rompimento de suas muralhas.

Com a Mércia caindo sob seu domínio, o resto da Inglaterra mal podia resistir ao exército Viking. Eles marcharam, fazendo mártires dos homens que mataram.

Morte de Ivar

Por volta de 870 dC, o domínio de Ivar Ragnarsson se estendia até Dublin. Mas então do nada em 873, ele morreu. A explicação mais provável é que sua doença manteve seus ossos tão fracos que finalmente o tiraram a vida.

A única informação que temos vem de um livro chamado "Annals of Ireland", onde dizia que o rei norueguês morreu de uma doença súbita e hedionda, assim agradando a Deus.

Diz a lenda que Ivar pediu para ser enterrado no lugar onde foi morto. E enquanto seu corpo estivesse lá, ele prometeu a seus homens que ninguém seria capaz de derrotá-los.

Mas, arqueólogos descobriram recentemente um cemitério. De acordou com os mesmos, o túmulo que encontraram pertence a um respeitado Viking, e que talvez pertencesse a Ivar, e se isso for verídico, o final da história pode ter sido bem diferente, visto que ele está cercado pelos corpos de 248 de seus homens, incluindo crianças que foram ritualisticamente mortas. Se este é o Ivar, então a morte dele não foi tão pacífica já que o esqueleto no centro do monte foi estripado antes de morrer e seus genitais foram cortados.